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This article examines the environmental impacts of the Portuguese Empire on Indigenous Amazonian communities during the seventeenth and eighteenth centuries. It demonstrates how colonial policies prioritised resource extraction, resulting in deforestation, wildlife depletion, and the disruption of Indigenous socio-political institutions. The study illuminates the tensions, ambiguities, and cultural as well as ecological displacements generated by colonisation, analysing how the colonial encounter produced discomfort, rupture, and disorder within the symbolic and material worlds of these societies. It emphasises the unforeseen consequences and paradoxical meanings of these transformations. Furthermore, the forced labour of Indigenous peoples on plantations contributed significantly to ecological degradation. The article argues that colonial exploitation marginalised traditional ecological knowledge, leading to profound and enduring changes to the Amazonian environment and its Indigenous cultures. Ultimately, it underscores the complex interplay between colonisation and environmental transformation, shedding light on the lasting consequences of these processes in the region.
Este artigo examina os impactos ambientais do Império Português sobre as comunidades indígenas da Amazônia durante os séculos XVII e XVIII. Demonstra o modo como as políticas coloniais priorizaram a extração de recursos, resultando em desmatamento, redução da vida selvagem e ruptura das instituições sociopolíticas indígenas. O estudo sugere as tensões, ambiguidades e deslocamentos culturais e ecológicos gerados pela colonização, analisando a maneira como o encontro colonial produziu inquietação, ruptura e desordem nos mundos simbólico e material dessas sociedades. Enfatiza as consequências imprevistas e os significados paradoxais dessas transformações. Além disso, o trabalho forçado de povos indígenas em plantações contribuiu significativamente para a degradação ecológica. O artigo argumenta que a exploração colonial excluiu o conhecimento ecológico tradicional, levando a mudanças profundas e duradouras no meio ambiente amazônico e em suas culturas indígenas. Em última análise, destaca a complexa interação entre colonização e transformação ambiental, lançando luz sobre as consequências duradouras desses processos na região.
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This article examines the environmental impacts of the Portuguese Empire on Indigenous Amazonian communities during the seventeenth and eighteenth centuries. It demonstrates how colonial policies prioritised resource extraction, resulting in deforestation, wildlife depletion, and the disruption of Indigenous socio-political institutions. The study illuminates the tensions, ambiguities, and cultural as well as ecological displacements generated by colonisation, analysing how the colonial encounter produced discomfort, rupture, and disorder within the symbolic and material worlds of these societies. It emphasises the unforeseen consequences and paradoxical meanings of these transformations. Furthermore, the forced labour of Indigenous peoples on plantations contributed significantly to ecological degradation. The article argues that colonial exploitation marginalised traditional ecological knowledge, leading to profound and enduring changes to the Amazonian environment and its Indigenous cultures. Ultimately, it underscores the complex interplay between colonisation and environmental transformation, shedding light on the lasting consequences of these processes in the region.
Este artigo examina os impactos ambientais do Império Português sobre as comunidades indígenas da Amazônia durante os séculos XVII e XVIII. Demonstra o modo como as políticas coloniais priorizaram a extração de recursos, resultando em desmatamento, redução da vida selvagem e ruptura das instituições sociopolíticas indígenas. O estudo sugere as tensões, ambiguidades e deslocamentos culturais e ecológicos gerados pela colonização, analisando a maneira como o encontro colonial produziu inquietação, ruptura e desordem nos mundos simbólico e material dessas sociedades. Enfatiza as consequências imprevistas e os significados paradoxais dessas transformações. Além disso, o trabalho forçado de povos indígenas em plantações contribuiu significativamente para a degradação ecológica. O artigo argumenta que a exploração colonial excluiu o conhecimento ecológico tradicional, levando a mudanças profundas e duradouras no meio ambiente amazônico e em suas culturas indígenas. Em última análise, destaca a complexa interação entre colonização e transformação ambiental, lançando luz sobre as consequências duradouras desses processos na região.
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