The article explores Brazil’s colonial history by centring place-making as a critical dimension of the early modern Portuguese empire. Complementing economic and socio-political approaches to imperial spatiality, we address Brazil as a territory whose contours and contents emerged from the entanglement between colonial placemaking projects and dynamics operating at different spatial scales. We analyse three such projects: the global quest for tropical products and the lands in which those resources could be extracted or cultivated; the appropriation of Brazil’s Atlantic Forest for the creation of a slave-based agro-export economy; and the construction of Rio de Janeiro’s intra-urban drinking water supply system. We conclude that scalar relationships, both spatial and temporal, were central to imperial place-making. Although the importance of the tropics becomes evident at a particular scalar level, that of global biogeography, with specific forms of significance (for instance, the phylogeny of tree species), it also exerts causal influence at lower levels, albeit in more refracted and circumstantial ways. Similarly, the entanglements of deep time and human history must be examined in terms of the friction arising between different temporal scales of change.
O artigo explora a história colonial do Brasil centralizando a criação de lugares como uma dimensão crítica do império português baixo-moderno. Complementando abordagens econômicas e sociopolíticas da espacialidade imperial, abordamos o Brasil como um território cujos contornos e conteúdo emergiram das relações entre projetos e dinâmicas coloniais de criação de lugares em diferentes escalas espaciais. Analisamos três desses projetos: a busca planetária por produtos tropicais e pelas terras onde esses recursos poderiam ser extraídos ou cultivados; a apropriação da Mata Atlântica brasileira para a criação de uma economia agroexportadora baseada na escravidão; e a construção do sistema intraurbano de abastecimento de água potável do Rio de Janeiro. Concluímos que as relações escalares foram centrais para a criação de lugares imperiais. Embora a importância dos trópicos surja em um nível escalar particular – o da biogeografia global – com um significado específico (por exemplo, filogenia de espécies de árvores), ela também manifesta poder causal em níveis mais baixos, embora de maneiras ‘refratadas’ e mais circunstanciais. De maneira similar, os emaranhamentos entre histórias ecológicas profundas e histórias humanas precisam ser examinados em termos da fricção entre diferentes escalas temporais de mudança.
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O artigo explora a história colonial do Brasil centralizando a criação de lugares como uma dimensão crítica do império português baixo-moderno. Complementando abordagens econômicas e sociopolíticas da espacialidade imperial, abordamos o Brasil como um território cujos contornos e conteúdo emergiram das relações entre projetos e dinâmicas coloniais de criação de lugares em diferentes escalas espaciais. Analisamos três desses projetos: a busca planetária por produtos tropicais e pelas terras onde esses recursos poderiam ser extraídos ou cultivados; a apropriação da Mata Atlântica brasileira para a criação de uma economia agroexportadora baseada na escravidão; e a construção do sistema intraurbano de abastecimento de água potável do Rio de Janeiro. Concluímos que as relações escalares foram centrais para a criação de lugares imperiais. Embora a importância dos trópicos surja em um nível escalar particular – o da biogeografia global – com um significado específico (por exemplo, filogenia de espécies de árvores), ela também manifesta poder causal em níveis mais baixos, embora de maneiras ‘refratadas’ e mais circunstanciais. De maneira similar, os emaranhamentos entre histórias ecológicas profundas e histórias humanas precisam ser examinados em termos da fricção entre diferentes escalas temporais de mudança.
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